segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O rato e o seu desejo


     Esta história fala-nos de um rato chamado Óscar e da sua irmã Alice.
     Com quatro aninhos, o rato Óscar tinha um desejo! O desejo de conhecer o mundo exterior, por isso, pediu à sua irmã Alice para ir com ele, mas ela disse que não podia ir e ele também não podia ir sozinho, porque era muito novo. O Óscar ficou muito triste, mas obedeceu à irmã.
      Três anos passaram e o Óscar, já com sete anos, voltou a pedir à sua irmã Alice se podia ir ver o mundo exterior com ele e, como ele já era mais crescido, ela disse que sim e lá foram os dois.
     Quando saíram de casa, o Óscar disse que era o máximo tudo que estava a ver lá fora e a Alice concordou.
     Era tudo muito belo e diferente do que estavam habituados.
     Passado algum tempo, eles ficaram com fome e a Alice disse que arranjava comida, mas o Óscar não a ouviu, pois já estava a comer um bocadinho de queijo que trouxera de casa. A Alice pediu-lhe um bocado e o Óscar deu-lhe e lá foram comendo, enquanto exploravam o mundo exterior.
    No fim da viagem, quase a chegar a casa, ficaram presos numas plantas: “Socorro, socorro!” gritaram eles, mas não serviu de nada, até que de repente… apareceram cinco formigas que os ajudaram.
     A partir desse momento, tornaram-se grandes amigos e o Óscar e a Alice apresentaram os seus pais às formigas e elas construíram um formigueiro ao pé da casa deles.
     E foi assim que o Óscar concretizou o seu desejo!
 
 

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A aventura em Washington



Num dia de primavera, os pais da Maria receberam uma proposta para irem trabalhar para Washington e partiram com ela e com o gato Gaspar.
Passadas algumas valentes horas, chegaram, a Maria e o gato foram logo para a cama, pois já era de noite.
Ao outro dia, quando a Maria acordou, a mãe e o pai já tinham partido para o trabalho. A Maria levantou-se e foi à porta e logo entrou uma menina. A Maria perguntou quem era e ela disse que era a Viriand e que a iria destruir. Partiu as molduras todas e depois saiu. A Maria ficou assustada, vestiu-se e saiu atrás da Viriand.
A Viriand olhou para trás e perguntou-lhe o que é que ela queria, a Maria respondeu que não lhe tinha feito mal nenhum, mas ela correu, dizendo que a odiava porque por causa dela a mãe tinha sido despedida.
A Maria parou e, de repente, ouviu uma voz que lhe dizia para escrever a seguinte frase “Eu quero ir ao mundo dos anjos!”.  A Maria escreveu e, de repente, viu muitos anjos e logo apareceu um anjo dizendo que se chamava Violet e que iria ajudá-la a ser amiga da Viriand.
A Maria ficou assustada,  mas aceitou. A Violet deu-lhe uma pasta e disse-lhe para ela a entregar a Viriand. A Maria regressou ao seu mundo e foi procurar a Viriand.
Mal a encontrou, deu-lhe a caixa e pediu-lhe desculpa. A Viriand abriu a caixa e agradeceu-lhe, dizendo que era o trabalho perfeito para a mãe e, a partir daí, ficaram amigas para sempre.

 Ana Carolina Monteiro Ferreira N.º3, 5.ºA

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Maria e o gato vão a França



 
Um dia, a mãe disse à Maria que ia com o seu gato a França, durante uma semana.
Maria foi preparar-se e levou algum dinheiro.
A mãe levou-os até ao aeroporto e a Maria e o seu gato foram a correr.
O avião começou a levantar voo e lá foram eles até França. Passada uma hora, chega lá um guarda e disse-lhes:
- Olá!
- Olá! – disse Maria.
         - És tão feliz, brincalhona, pequena, bonita, simpática e magra!
         - Eu sei – disse Maria. – Este é o meu gato.
         - É proibido animais dentro dum avião, mas desta vez, ele pode estar cá quando quiser.
         Passadas quatro horas, o avião chegou a França.
         Maria foi a correr para um hotel e ficou lá seis dias.
         No último dia, Maria aproveitou para ir à Disneylândia onde ela andou na montanha russa, na roda gigante e nos carrinhos de choque.
         No fim, preparou-se para ir para casa e, de repente, o avião teve um problema. Maria pensou: “Se não posso ir para casa de avião, vou de táxi.” E passadas catorze horas, Maria e o seu gato chegam a casa.

Jorge Freitas 5.ºA

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A máquina




Era uma vez uma menina chamada Maria que tinha um gato que se chamava Alex. Um dia foram dar um passeio até à cidade. Encontraram o professor Telipe, um professor da Maria que virou inventor, que lhe disse:
            - Maria, eu inventei uma máquina muito poderosa, que se cair nas mãos erradas pode destruir o planeta!           
            O Zezinho, um vilão muito procurado pelas autoridades, ouvindo isto, pensou em roubar a máquina.
            Ele seguiu-os até ao laboratório. Quando lá chegaram, o professor ligou a máquina.
            - A iniciar contagem decrescente, faltam cinco minutos!
            O professor continuou a falar:
            - Esta máquina tem o poder de transformar tudo e todos em amigos do ambiente e para a parar só eu sei a palavra-chave!
            Eles foram embora. O Zezinho mais o cão Rodel roubaram a máquina e um comando de apagar a memória.
            Levaram tudo para a sua caverna. Quando a Maria, o Alex e o professor chegaram ao laboratório, não viram a máquina. Seguiram umas pegadas de lama até à caverna.
            O Zezinho apagou a memória ao professor e puseram-se a lutar, a Maria falou numa tulipa e a máquina desligou-se. O Zezinho e o Rodel foram presos.

Telmo Antunes 5.ºA
            

A Maria e o gato preto na noite de Haloween

          Era uma vez uma menina chamada Maria que era muito corajosa, pois não tinha medo de nada nem de ninguém. Era magrinha e gostava de fazer novos amigos.
Ela tinha um amigo muito especial que, ao contrário dela, tinha medo de tudo e, ainda por cima, era invejoso, mas era bom amigo.
No fim de semana de Halloween, os pais da Maria foram para Miami que fica nos Estados Unidos e a Maria e o gato ficaram em casa sozinhos.
No domingo de Halloween, a Maria teve uma ideia:
- Ó gato, não queres ir esta noite pedir doces a casa das pessoas?
            -Não quero, Maria. À noite a andar pela rua sozinhos? Tenho medo!
            -Não tenhas! Não nos vai acontecer nada.
            À noite, eles saíram de casa, dirigiram-se a uma casa muito estranha e bateram à porta.
                Quem lhes abriu a porta foi um Frankenstein que nem sequer lhes deu tempo de dizer doçura ou travessura:
            -Entrem!            
            O gato, ao ver o Frankenstein, mandou um salto e foi aterrar nos braços da Maria.
            Ao entrarem, viram um fantasma e um palhaço assustador.
            -O meu nome é Frankenstein. Estes são o Palhaço Mágico e o Fantasma das Cuecas Rotas.
            O gato riu-se:
             -Que nome! Ah, Ah, Ah!
             O Frankenstein perguntou se eles lá queriam passar a noite e a Maria respondeu que sim.
             A cama da Maria era muito desconfortável e ela não conseguia dormir.
             Enquanto os outros dormiam, a Maria e o gato tentaram fugir, mas a porta estava trancada.
         Foram acordar o Frankenstein e ele deu-lhes a chave de casa. A Maria destrancou a porta, deu novamente a chave ao Frankenstein e saiu acompanhada pelo gato preto.

João Gonçalves 5.ºA

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A menina e gato preto


Num dia de muito calor, a Maria e o gato Miguel estavam na praia a tomar banho de água gelada, mas quando deram por si, já estavam no outro lado da praia.
A Maria começou a chorar, porque não sabia onde estava a mãe mas, felizmente,  tinha um gato que, apesar de ser traquinas, era um bom gato, que a ajudou a ter mais calma.
Eles andaram, andaram e andaram e não havia sinal de ninguém, quando deram por si, era de noite e o mar estava a subir cada vez mais e eles estavam a ficar preocupados. Até que encontraram um sítio onde podiam passar a noite, mas mesmo assim, a Maria não conseguia dormir, mas o gato dormia como um bebé.
No dia seguinte, continuaram a procurar, até que ao fim de tanto tempo, eles encontraram a mãe e o resto da família.
A Maria ficou tão aliviada por já ter a sua mãe ao pé de si outra vez! No fim, tudo correu bem.

Maria Sousa 5.ºA

Um dia cheio de ação


Num dia soalheiro de outono (Dia das Bruxas), a Vitória (uma das melhores amigas da Maria) foi a casa da Maria para os convidar (a ela e ao gato) para à noite irem com ela pedir doces pela cidade.
A Maria e o gato antes de dizerem que sim, perguntaram à mãe da Maria se podiam ir, e ela concordou. Então, combinaram a hora. A Vitória foi-se embora e às nove da noite estavam prontos.
Iam muito bem vestidos. A Maria ia de bruxa, a Vitória de vampira e o gato tinha uma minimáscara de zombi.
A meio do peditório, o gato viu um ladrão a roubar doces. E depois de acabarem de pedir os doces na casa em que se encontravam, alertou as meninas e seguiram o ladrão, sorrateiramente.
Depois de o perseguirem durante algum tempo, conseguiram apanhá-lo e entregaram-no à polícia.
Só que havia um problema. Tinham-se perdido!
Mas como não gostavam muito de pedir ajuda, pensaram um bocado e, de repente, a Vitória lembrou-se que tinha um mapa da cidade. Consultaram-no e conseguiram regressar a casa.
       Nessa noite, como já era tarde, a Vitória dormiu em casa da Maria, tranquilamente.
E perlim pim pim a história chegou ao fim!
Alexandra 5.ºA